Bom, após uma boa dose de Ruby, vamos ao “framework da moda”: Rails.

Rails está na moda por um motivo muito simples: é muito bom naquilo que promete fazer.

Vou deixar aqui links para alguns recursos interessantes tanto para iniciantes, quanto para os mais experientes. Veja:

Em primeiro lugar, apaixone-se. Agora, um pouco mais.

Após se apaixonar, ganhe intimidade. Conheça sua personalidade e opiniões.

Agora, pratique e mantenha-se atualizado:
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Para quem está migrando dos mundos Java ou .NET, Ruby reserva algumas surpresas. Como estamos acostumados a linguagens estáticas e outros detalhes como declaração de variáveis e tipos primitivos, acabamos caindo nessas “pegadinhas” algumas vezes.

Veja alguns exemplos:

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O Sitepoint.com acaba de anunciar que o livro “Build Your Own Ruby on Rails Web Applications” está disponível para download gratuitamente por 60 dias.

Esse livro é muito bem recomendado, como pode ser visto aqui.

Para baixar, visite: http://www.sitepoint.com/books/rails1/freebook.php


Ask 37signals

01out07

O blog “Signal vs. Noise“, mantido pelo pessoal da 37signals, possui agora uma série de posts chamados “Ask 37signals”, onde são respondidas perguntas enviadas pelos leitores.

Veja abaixo algumas respostas interessantes:


Um dos conceitos base da programação orientada a objetos, a herança permite que o programador crie uma classe (classe filha, derivada ou subclasse) que é um refinamento ou uma especialização de outra classe (classe pai, base ou superclasse).

Ruby permite herança simples, isto é, uma classe pode herdar os atributos e métodos de apenas uma única outra classe. Algumas linguagens, como Python e Eiffel, permitem herança múltipla. Ruby suporta também o conceito de Mixins.

Vejamos um exemplo simples da aplicação de herança no Ruby:
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Para mim, a melhor IDE para desenvolvimento em Rails no momento.

Link: http://www.netbeans.org/community/releases/60/index.html


O que essas duas coisas têm em comum?

Veja aqui.

Uma metáfora muito melhor do que a “fábrica de software”, uma metáfora completamente equivocada e que, infelizmente, se tornou realidade em muitas empresas que desenvolvem software.


Popularity, por Brian McCallister: porque muita popularidade, em tecnologia, faz mal.

Configurando um console drop-down (estilo Quake) no Windows.

Superators
: adicione novos operadores ao Ruby.

iPod Touch =D


Expressões regulares são uma verdadeira “mão na roda” para qualquer desenvolvedor. Seja para editar código-fonte ou para facilitar alguma tarefa repetitiva de uma aplicação, esse recurso está sempre presente.

Até algum tempo atrás, achava que expressões regulares eram grego. Mas minha curiosidade não me deixou em paz e resolvi aprender sobre o assunto. Para minha surpresa, expressões regulares são bem fáceis de aprender.

Ruby faz ótimo uso das expressões regulares. Em Ruby, uma expressão regular (ou pattern, ou padrão) é delimitada por barras (“/”), da seguinte maneira: /^\w{8,15}$/ (que significa: permitir apenas letras, números e underscores. No mínimo 8 e no máximo 15 caracteres).

Vamos agora à alguns exemplos práticos.
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Uma das primeiras “preocupações” de um desenolvedor é a IDE ou editor a ser utilizado no trabalho com uma linguagem/framework.

Em praticamente dois meses de Rails, testei diversos editores e algumas IDEs e, finalmente, fiz a minha escolha: NetBeans 6.0. Ainda em desenvolvimento, é a IDE com a melhor integração à Rails que utilizei (testei, também, Eclipse, RadRails, jEdit e Komodo IDE).

Essa IDE incorpora ao desenvolvimento Rails muitas coisas que desenvolvedores Java e .NET costumam utilizar: debug completo (breakpoints, watches), code completion, syntax highlighting, inline documentation, integração com SVN, boa extensibilidade com plugins, code folding etc.

Além disso, possui integração muito boa com tasks do Rake e gerenciamento de RubyGems, entre outras coisas interessantes, como os famosos “bundles” do TextMate.

Para uma boa visão geral dos recursos disponíveis no NetBeans 6.0, incluindo screenshots, visite http://www.lifeonrails.org/2007/8/30/netbeans-the-best-ruby-on-rails-ide

Conheci o NetBeans quando estava na versão 4.0, mas preferia o Eclipse para desenvolver em Java. Porém, a versão 6 do NetBeans está muito (muito, mesmo) melhor do que as anteriores.

No entanto, há pessoas que preferem utilizar um editor de texto com alguns recursos a mais, argumentando que “economiza memória” (o que é algo estranho: seu computador tem 1, 2 ou 3 gigabytes de memória e você não quer utilizar uma IDE porque ela ocupa 100 megabytes… alguns chamam isso de desperdício). O editor mais conhecido no mundo Rails é o TextMate, disponível apenas para os felizes proprietários de um Mac.

Para os pobres mortais, há algumas boas opções. Para Windows: E-TextEditor (um “clone” do TextMate para Windows) e Intype. Para Linux, gosto muito do Scribes. Uma boa opção para ambas as plataformas é o SciTE, que eu utilizo para edições rápidas e testes, quando não preciso de uma IDE completa rodando. Há ainda várias outras opções como NotePad++, UltraEdit, Vim, Emacs

Fica claro que isso é uma questão de gosto e adaptação. Minha recomendação para quem está buscando uma IDE para Rails é olhar atentamente para o novo NetBeans e avaliar seu uso por um tempo. Estão fazendo um ótimo trabalho visando usabilidade em primeiro lugar e, como sabemos, isso costuma dar bons resultados.